quarta-feira, 30 de março de 2011

OS IMPERADORES

OS NOVOS IMPERADORES...

por José Vieira Mesquita a Terça-feira, 29 de Março de 2011 às 20:20




ALEC: The Behind the Scenes Player in the States' Fight Against the Middle Class
www.huffingtonpost.comOne of the most influential organization which connects state legislators with corporate money and corporate think tanks to influence pro-corporate, anti-union state legislation is the secretive American Legislative Exchange Council.




A classe média, tendo alguma pouca coisa, está a perder o seu parco bem estar(porque ainda tem de seu)para os que têm 1% dos muitíssimo ricos, os imperadores dos dias de hoje e os que aí vêm, depois da Queda do Muro de Berlim.

Esses de quem falo, os 1%, são os senhores das Standards & Poe'r

  • ‎...E o cretino do Sócrates continua a culpar a crise política e mantem-se o cretino mentiroso de' sempre!!!

Vasco Graça Moura escreveu e vale muito a pena ler

A CHAGA , por VASCO GRAÇA MOURA, um artigo de génio a ler obrigatòriamente

por José Vieira Mesquita a Quarta-feira, 30 de Março de 2011 às 16:38
A CHAGA

«Ninguém se lembra de ter visto, nos últimos anos, algumas figuras gradas de extracção socialista a chamarem a atenção do Governo de José Sócrates para as barbaridades que estavam a arrastar Portugal para o abismo e para a irresponsabilidade da governação. Deviam tê-lo feito pelo menos dia sim, dia não, mas não o fizeram. O país ia-se arruinando, os portugueses iam resvalando para o beco sem saída em que se encontram hoje, o Governo ia garantindo exactamente o contrário daquilo que se estava a passar e dando provas de uma incompetência e de uma desfaçatez absolutamente clamorosas, mas esses vultos tão veneráveis abstinham-se de fazer a crónica dessa morte anunciada, não se mostravam grandemente impressionados com ela e sobretudo não sentiam o imperativo patriótico de porem cá para fora, preto no branco, numa guinada veemente e irrespondível, o que bem lhes podia ter ido na alma e pelos vistos não ia assim tanto. Devo dizer que não fiquei nada impressionado com os apelos recentes e vibrantes de algumas dessas egrégias personagens, em favor da manutenção do statu quo ante em nome do mesmo interesse nacional que as terá remetido ao mutismo mais prudente sempre que a governação socialista dava mais um passo em frente para estatelar Portugal. Sou levado a concluir que foram sensíveis, não ao descalabro a que a governação socialista acabou por conduzir o país, mas ao desmoronamento do PS enquanto partido de governo. Não lhes faz impressão nenhuma que Portugal esteja na merda por causa dos socialistas. O que os impressiona deveras é que o PS se arrisque a ficar na merda por causa de tudo o que fez. E então, então sim, apressam-se a invocar alvoroçadamente o interesse nacional, secundados por todo o bicho careta lá do clube que se sinta vocacionado para dar o dito por não dito e o mal feito por não feito e também, está claro, para fazer sistematicamente dos outros parvos. Tal apelo surge todavia no ensejo menos adequado. Hoje, só faz sentido invocar o interesse nacional para esperar que o PS seja varrido impiedosamente de qualquer lugar de preponderância política e que a ignomínia da governação socialista fique bem à vista para a conveniente edificação das almas. Os responsáveis por tudo isto e os seus porta-vozes já se começaram a esfalfar, a acusar desvairadamente os outros de terem criado um impasse irremediável para Portugal, a passar uma sórdida esponja de silêncio e manipulação sobre o que foi a actuação dos Governos socialistas desde 1996 e, em especial, desde 2005, a fazer esquecer que é ao PS e ao seu Governo que se devem coisas tão sugestivamente picantes como a crise, o aumento delirante dos impostos, o aperto asfixiante do cinto, a subida incomportável do custo de vida, o desemprego sem esperança, o fim da dignidade nacional. Nessas virtuosas indignações da hipocrisia socialista, já se vê quanta gente do PS anda já por aí a desmultiplicar-se, na rádio, em blogues, um pouco por toda a parte e até aqui nos comentários aos artigos, a jogar na inversão e na distorção de todos os factos e de todos os princípios. Alguns ingénuos talvez deixem mesmo de se perguntar mas afinal que canalha é essa que se diz socialista, para sustentar o insustentável e defender o indefensável. Já toda a gente percebeu que o país só sai desta se tiver uma verdadeira "ditadura da maioria", expressão que, como é sabido, causava calafrios democráticos ao dr. Soares. Amanhã, se nessa maioria entrasse o macabro PS que ele ajudou a fundar, tal conceito ficaria, apesar de tudo, esquecido entre as brumas da memória. E se, como é de esperar e de desejar, o PS for reduzido a cisco em eleições, não nos admiremos por assistirmos em breve à recuperação grandiloquente do chavão. Já se percebeu que a Europa o que quer é que Portugal não faça mais ondas e volte a ser o bom aluno que os próceres socialistas escarneciam tão displicentemente. Deve recordar-se ao dr. Sampaio que, no estado de porcaria pantanosa a que isto chegou e que ele não denunciou a tempo, hélas!, afinal não há muito mais vida para além do orçamento. E mesmo a pouca que houver se vai pagar muito caro. Eu, cá por mim, com a queda desta gente execrável, só posso exclamar: - Aleluia

Assembleia da República sem 25 de Abril

Vasco Lourenço ficou preocupado com a não realização da sessão solene do 25 de Abril  na Assembleia da República acusando os deputados portugueses de terem vergonha do facto e como tal furtarem-se à sua realização.
O Senhor Presidente da República teve razão em afirmar, o ano passado, que este ritual começava a ficar ultrapassado e, consequentemente, deveria pensar-se em alterar este estado de coisas. Parece-me sensato assim acontecer e para tal deverão ser encontradas as alternativas adequadas à comemoração.
Vamos pois esperar que, não obstante, a invasão de austeridade a que temos sido sujeitos, as autoridades não esqueçam o 25 de Abril , dia da liberdade, e venham a assumir as suas responsabilidades embora se possa duvidar da capacidade deste fraquíssimo governo Sócrates.
Acalme-se pois o que resta dos capitães de Abril  não desmerecendo do sossego  a despontar por aí .

Primeiros Passos

Ainda sou principiante nestas andanças e vou experimentando, pé ante pé, como estar nestas escritas da "web"e fico com uma ideia positiva pois começa a interessar-me e daqui farei a minha expressão de opinião livre.
António Barreto defende que a ajuda externa, através seja de quem for, já cá devia estar.
E o PS, através do seu porta voz, passa a vida a atacar superficialmente o PSD e continua com as tretas do costume. Hoje na SIC notícias
Lisboa,30/03/2011

terça-feira, 29 de março de 2011

A Classe Média a DESAPARECER menos lentamente....

A crise em que nos meteu o Sócrates é cada vez mais insuportável e aqueles de nós que se julgam resguardados vão, não tarda,  senti-la como muitos outros a estão a sofrer quais sejam os desempregados de hoje sem subsídio.
E o demissionário PM continua a agarrar-se à crise como afogado que se deitou à água sem saber nadar.
A Standard & Pooers veio mais uma vez empurrar A Dívida para os fundos dos fundos, já perto do lixo!!!
De uma vez por todas que farão os portugueses neste estado de emergência que veio para ficar? Quem arregaçará as mangas para dizer um basta consequente e deixa um não à desorganização das RUAS?
Se a democracia nada faz por nós que faremos nós por ela? Vamos continuar a dizer que é preciso levantar o cócó do chão e nada dizemos mesmo que seja no solitário e confinado gabinete de cientista very cool ? Filósofos, doutores,pescadores ou máquinistas da CP vamos pegar em Portugal e vamos fazer mais e melhor sem exigir. Vamos exigir sim, de nós mesmos exigindo o melhor e só depois vamos exigir também de todos os demais, novos, assim assim, velhos, mancos ou direitos. Façamos como Alberto Martins apesar de um pouco tarde. Mas mais vale tarde que nunca.
Lisboa, 29/Abril/2011

sábado, 26 de março de 2011

Será que terei  paciência  para escrever no blogger vidamais? Ainda não estou certo de tal mas veremos se serei capaz de mandar umas bicadas no Zé Socras.