O Vasco Pulido Valente não gosta de Pedro Passos Coelho e, estando no seu direito, vai daí, começa a esfregar os leitores com as suas frustrações e a desfiar nas linhas do jornal "O Público", de hoje, o habitual discurso de "perdido por ter cão e perdido por o não ter".
Diga-se, em abono da verdade, que também detesta o Zé Sócras que, esse, em seis anos e meio que leva de governo já deixou bem demonstrado o valor do nada, o do pouco sério e é conhecido ( caso Freeport; aquisição da TVI e PT ) e, por último, a Banca rôta em que vai deixar o País e o Povo a pão e água, com o maior défice das contas públicas de que há memória em Portugal.
Mas como vai sendo seu uso o VPV, como vai ficando carcomido pelo tempo e seus vícios, só já serve para o bota abaixo e, de despeitado que há muito está, maça-nos e faz-nos perder tempo.
1 ) Professores e a Avaliação
Chamar avaliação ao processo corporativo feito nas Escolas pelos próprios professores ( iniciado e esvaziado pela ministra M. L. Rodrigues ) continuado e desfeito aos bocados pela Ministra I. Alçada é o mesmo que andar à chuva e apanhar as canas dos foguetes ; muito trabalho para o lixo com prejuízo dos alunos e do ensino perdido.
2 ) Catroga
É um reputado economista e um admnistrador de empresas, com provas dadas e bem conhecidas, e por isso mesmo, o trabalho por si desenvolvido nos estudos para o programa de governo do PSD só poderão sair valorizados e melhor, assim, poderem servir o povo português.
3 ) " Pilares" ou não pilares, no comunicado do CN do PSD, tem tanta importância como uma viola num enterro. O Pulido na sua puritanice da língua(?) não gostou e até isso lhe serviu para ferrar o dente no Presidente do PSD
4 ) Quanto ao "Chefe" do VPV , Francisco Sá Carneiro, na sua jactância já não conta não obstante ter sido seu Secretário de Estado mas, como agora, anda de queixo caído chama, depreciativamente, "chefe" ao Passos Coelho .
Chefe ou não, isso daqui a uns tempitos, não é pour cause que alguém se lançará ao rio, mas se tal vier a acontecer o naufrago será, necessariamente, o Pulido.